Contos e Causos

Histórias para contar

Como todas as cidades, sua história é feita de lendas, contos e causos que são contadas, de geração para geração. Já que o povo gosta de contar histórias, aqui é o cantinho para você contar a sua.

Clique aqui e conte sua história...

Guarapirocaba

 

Guarapirocaba era a mais bela índia do lugar. Na aldeia, muitos eram os seus admiradores, mas, os dois jovens mais violentos da aldeia dividiam o coração de Guarapirocaba.
 

Os dois apaixonados combinaram uma luta de vida ou morte pela disputa do amor da moça. Desesperada, Guarapirocaba implora a Tupã pela vida dos dois, pois seu coração era deles.
 

Tupã resolveu expulsar da aldeia os dois jovens, separando-os para sempre de sua amada , a fim de evitar uma tragédia.
 

Os três jovens pediram a Tupã que não os separassem para sempre e que se ele os atendessem, se conformariam com a sua sorte.
 

Tupã então transformou a bela Guarapirocaba, num belo lugar que mais tarde passou a se chamar Antonina e os dois jovens brigões, em Mar e em Vento. E ainda determinou : para que o Mar pudesse ficar sempre perto de Guarapirocaba deveria ser sempre calmo e suave; e para que o Vento tivesse o privilégio de estar sempre com sua amada , deveria ser sempre uma brisa sueve e refrescante.
 

Assim os dois , há mais de 300 anosembalam e beijam o seu grande amor.              
                                                 

Contada por Rosa Valente

Cigana Bartira

 

Dizem que há muito tempo em Antonina, um grupo de ciganos acampou no local onde hoje fica a Praça Coronel Macedo. Uma jovem cigana chamada Bartira, filha do chefe dos ciganos, foi se refrescar mergulhando próximo ao local onde hoje ficam as ruínas Coronel Macedo. Contam que a moça tinha uma égua branca de cabeça preta, sua fiel companheira. Mas, naquela tarde, a pampa retornou sozinha ao acampamento. Preocupados, os ciganos buscaram pela jovem e a encontraram morta, afogada, após bater a cabeça em uma pedra.

 

Como a moça era cigana, o padre não permitiu que seu corpo fosse abençoado na igreja e enterrado no cemitério. Por isso, seus pais a sepultaram no próprio acampamento.

 

A pampa ficou muito triste, não saía de perto do local onde repousava Bartira. O animal foi vendido e os ciganos foram embora. Mas a égua continuou vagando à procura da dona, até aparecer morta no local onde hoje está o coreto da cidade.

 

Com sua pelagem, corpo branco e cara preta, certas noites o que se via era uma pampa-sem-cabeça. Algumas pessoas dizem que a ouvem batendo os cascos pela praça, onde, por vezes, a cigana Bartira aparece para matar as saudades de sua companheira.

                                                 

Contada por Lendas e Contos Populares do Paraná

Manoel Alves

 

Manoel Alves, casado com dona Serafina, era dono da chácara do Saivá. Devoto do Senhor Bom Jesus. Quando sua esposa adoeceu, ele fez promessas de que se ela fosse curada, iria construir uma igreja em homenagem ao santo que adorava. Assim que dona Serafina se restabeleceu, Manoel Alves começou a construção.Manoel Alves pediu para ser sepultado na entrada da igreja. Queria ser pisado pelos fiéis, para expulsar os seus pecados. Seu pedido foi aceito. Para fins de preservação, mais tarde, a lápide foi transferida para o lado da porta, onde hoje permanece

                                                 

Contada por Rafael Camargo

A Cidade

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